Procura-se um amor que goste de cachorros.

Outro dia me peguei zapeando os canais da TV e me deparei com um filme sendo exibido em um canal qualquer. ~Procura-se um amor que goste de cachorros.  A primeiro momento achei muito curioso o título e resolvi assistir. O filme é basicamente sobre uma solteirona que resolve colocar um anúncio no jornal para achar um pretendente e sua única condição é que o rapaz em questão goste de cachorros. Agora eu me pergunto, porquê cachorros? Será se essa mulher não se tocou que 90% da humanidade gosta de cachorros?  e que ninguém gostava era DELA. A problemática da situação era ela e não os cachorros. Deixe os cachorros em paz. Eles são amáveis por natureza. Mas e você, mulher do filme? Quem tava solteirona era você. Mudasse o título pra ”Procura-se um amor que goste de mim”, mas se a situação estivesse crítica demais, não se precisava nem exigir muito. ” Procura-se um amor ” Já bastava. No mundo em que se vive hoje não tá dando pra escolher muito. Eu por exemplo, se fosse produzir esse filme colocaria no título apenas ”Procura-se ” Porque daí o que cair na rede é peixe e tudo é lucro. Juntamente com o título mudaria também a categoria. Comédia romântica é uma redundância. O romantismo em si já é uma tragédia, tragédias são engraçadas, logo ”Comédia romântica” ao meu ver, não passa de uma redundância. Assim como: Final feliz (Se é final, é claro que não é feliz. Se fosse pra ser feliz, seria ”continuação feliz”).  E o filme? Ah, o filme. Preciso falar que ela conseguiu achar alguém que gostasse de cachorros? Não, né?

Filme!

Sobre picles e azeitona.

Picles e azeitona são duas coisas totalmente descartáveis na vida da maioria dos seres humanos. Admiro quem consegue comer um pote inteiro de azeitonas, tenho em mente que essas pessoas podem enfrentar qualquer situação adversa dessa vida, podem enfrentar qualquer barra. Comer um pote daqueles é tipo uma prova digna de final de BBB.  Eu odeio picles. Eu odeio picles e azeitona. Picles e azeitona me lembram algumas pessoas que chegam de surpresa na sua vida e acabam estragando tudo. Picles e azeitona também podem ser comparadas a aquelas situações  inconvenientes. Exemplo: quando se está atrasada pro trabalho e de repente o pneu do carro fura, quando sua roupa rasga a caminho do trabalho, quando você perde sua carteira com todos os seus documentos e só percebe tarde demais, ou quando se bebe demais e se perde totalmente os critérios ( todas as situações acima já foram vivenciadas por mim ). Acho extremamente irritante quando vou pedir meu Mclanche feliz e esqueço de solicitar ao senhor do balcão “Moço, por favor. Sem picles ”  ou então eu peço e simplesmente tenho minhas ordens não acatadas. Aí, vou toda feliz meter aquela bocada no sanduíche e de repente aquele gosto azedo invade a minha boca, é a mesma sensação de receber um bom dia e ser obrigada a responder. A próxima vez que me acontecer uma situação picles e azeitona ou me aparecer uma pessoa picles e azeitona, vou reclamar com o gerente da vida. Bitch, please.

A última ceia de Leonardo da Vinci é reproduzida por ícones da música para a Cavalera na coleção de verão “Salvador Rocks”.

Diversos ícones das artes e da música brasileira pousaram para os cliques dos fotógrafos da Cavalera para lançar a sua nova coleção de primavera/verão. Julia Petit, Regina Guerreiro, Fernanda Young, Pitty, Sidney Magal, Pedro Neschling, Emicida, Iggor Cavalera, Facundo Guerra, Viviane Orth, Alex Hornest e Henrique Fogaça foram o time de feras que marcaram presença sendo os ” apóstolos ” da campanha de verão da marca. Segundo Alberto Hiar, diretor de criação da Cavalera, estas pessoas foram convidadas por serem  “autênticas, cada uma com uma particularidade que faz parte do universo da marca”. Já a Santa Ceia faz alusão a cidade inspiradora do tema da nova coleção, Salvador. Tendo em vista o valor à religião dada pelos Bahianos. Tem até vídeo do Making off, ui!

A foto foi inspirada em uma obra famosa de Leonardo da Vinci, chamada A Última Ceia. A obra é, na verdade, um afresco, ou uma pintura feita sobre parede, com base de gesso ou argamassa. Da Vinci realizou esta pintura para a igreja de seu protetor, o Duque Lodovico Sforza, e ela representa a última refeição de Jesus Cristo na companhia de seus apóstolos, evento conhecido como A Santa Ceia. A obra, que se encontra no convento Santa Maria delle Grazie, em Milão, levou três anos até ficar pronta, com o artista se dedicando integralmente à pintura durante todo este tempo (e vai dizer que não valeu a pena?). Com mais de 500 anos de existência, A Última Ceia já sofreu vários danos, desde uma porta aberta em cima da pintura por um padre até bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial, e é cercada de mistérios, especulações e histórias conspiratórias! Na foto da nossa campanha, a única que encarnou um personagem do quadro foi a Fernanda Young, no papel de Maria Madalena.

A Cavalera, como sempre irreverente, fez algo inédito (até onde eu sei) no mundo da moda:  armou sua passarela em meio a um ferro velho, no bairro da Mooca (São Paulo). Ali, modelos desfilaram o verão 2013 da marca entre amontados gigantes de lixo, na manhã de um sábado (dia 16), último dia do SPFW, verão 2013.  Confira algumas imagens do local. Pasmem!

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Uma das apostas da marca para este verão, é a volta às vitrines das bermudas tipo ciclista, super justas. As saias leves com barras onduladas também marcam presença, podendo até mesmo se sobrepor às bermudas.

Os tecidos fluidos vão ultrapassar os babados das saias – que também vêm em versões mullet – e chegar às camisas. Por cima, casacos estruturados completam o look!

Os tecidos fluidos vão ultrapassar os babados das saias – que também vêm em versões mullet – e chegar às camisas. Por cima, casacos estruturados completam o look!

As calças resinadas, destaques da coleção passada, continuam nesta coleção, com novas cores, lavagens e estampas. A fivela grande também desfila por aí nas estações quente 😀

Dê uma conferida nos cliques do desfile:

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E para fechar as estampas inspiradas nos cenários de Salvador!

Confiram também o vídeo do desfile: 

Por trás da cortina de fumaça.

Adorada por uns e repudiadas por outros, a polêmica erva é a droga ilícita mais tolerada pelas pessoas por ser considerada ter efeitos mais brandos comparada com outras. A polícia prende menos usuários, a Justiça condena pouco e a escola aceita mais e seu consumo aumentou regularmente nos últimos anos.Mais de 700 toneladas são consumidas no Brasil e isso mostra que a erva conquistou uma legião de usuários em todo o mundo, só nos Estados Unidos são vinte e cinco milhões. Para entender o fenômeno da erva precisamos voltar no tempo, mais precisamente no terceiro milênio a.C.

 Maconha, Marijuana ou ganja como é   popularmente chamada são as flores e folhas secas da planta Cannabis Sativa, também conhecida como Cânhamo verdadeiro. Os cigarros são chamados de: erva pacau, baseado, chavão, fininho ou finório. Possui várias substâncias que têm efeitos cerebrais, a mais conhecida sendo o tetrahidrocanabinol.

O consumo da cânabis teve início no terceiro milênio a.C. Nos tempos modernos, a droga tem sido utilizada para fins recreativos, religiosos como é o caso da Jamaica que adota a planta como uma religião, ou para efeitos medicinais. As Nações Unidas estimam que cerca de quatro por cento da população mundial (162 milhões de pessoas) usam maconha pelo menos uma vez ao ano e cerca de 0,6 por cento (22,5 milhões) consomem-na diariamente.

A posse, uso ou venda da maconha se tornou ilegal na maioria dos países do mundo no início do século vinte; desde então, alguns países têm intensificado as leis que regulamentam a proibição do produto, enquanto outros reduziram a prioridade na aplicação destas leis.

Há muitas controvérsias sobre os efeitos a saúde do uso da erva. O uso excessivo de maconha pode causar danos cerebrais sutis em longo prazo, masnão deixa a pessoa completamente demente. Este mito aparece na história desde o século dezenove, quando os ingleses acreditavam que o bhang, bebida à base de maconha bastante comum na região da Índia, causava demência. Hoje, depois de anos de pesquisas, sabemos que a cannabis não faz mal, desde que usada moderadamente. Experiências que compararam pessoas que não fumavam maconha com usuários assíduos, que consumiam cinco baseados por dia há mais de 15 anos, mostraram diferenças sutis nos resultados de memória e atenção.

A mesma pesquisa mostrou que o uso excessivo e diário de álcool causa mais sequelas do que a cannabis, mas por outro lado o uso da erva pode causar tantos problemas respiratórios quanto o cigarro. Sua criminalização impede até mesmo a iniciativa de pesquisas para estudar formas de diminuir os efeitos negativos como a agressão ao pulmão que a fumaça do cigarro de maconha faz. Como toda fumaça, ela causa câncer. Cerca de cinquenta substâncias cancerígenas são comuns à fumaça do tabaco e da maconha.

As propriedades terapêuticas da Cannabis sativa são conhecidas há mais de dois mil anos pela medicina chinesa O primeiro relato médico do uso medicinal da cannabis foi há cinco mil anos, em um herbário chinês, onde a planta era indicada para combater males como a asma, doenças do aparelho reprodutor feminino, insônia e dores intestinais.

Para a medicina ocidental, ela é comprovadamente eficiente para tratar náusea e vômitos em pacientes sob quimioterapia, aumentar o apetite em pacientes de AIDS e diminuir as dores musculares causadas pela esclerose múltipla. Atualmente, os medicamentos com base na maconha estão sendo usados em pacientes de AIDS, câncer e esclerose múltipla. A droga, então, poderá ser usada nos tratamentos de transtornos como ansiedade, depressão, psicose, esquizofrenia e doenças neurodegenerativas. Mas a lei diz que tudo isso pouco importa: usar Cannabis é crime e ponto final.

Apesar dos efeitos médicos comprovados, o acesso à maconha medicinal ainda é muito restrito.

Os remédios à base de Cannabis que existem hoje – a Nabilona e o Marinol – não são muito eficientes porque o THC, que resolve a náusea, também é responsável pelo “barato” da maconha. Para evitar que o uso do remédio seja confundido com a droga, a concentração de THC é reduzida e o efeito terapêutico também. Além disso, pacientes dizem que fumar a erva é o melhor remédio. Mas não tem sido fácil mudar a lei para conquistar esse direito, porque a maioria dos países tem medo de que autorizar o uso medicinal pode ser o primeiro passo para permitir também o uso recreativo.

Em 1970 o governo da Suécia estava preocupado com os costumes dos suecos. O país tinha fama de ser a capital mundial da troca de casais, era um dos centros hippies da Europa e o mais preocupante, via o consumo das drogas em especial a heroína aumentar consideravelmente.

O governo baixou um decreto “Sociedade livre de drogas para não reduzir, mas eliminar o uso delas”. A pena para o consumo foi aumentando aos poucos até chegar à cadeia.  E deu certo: os suecos consomem 2,5 vezes menos drogas do que nos anos setenta e o número de usuários no país é três vezes menor que a média européia.  Ou seja: funcionou. Outro exemplo é o da Holanda, mas engana-se quem pensa que assim que chegar lá vai ver pessoas fumando maconha em todos os cantos sem o mínimo de restrição.

Ao contrário do que achamos a Holanda não liberou a Cannabis, mas adotou uma política de tolerância às drogas. Você não encontrará, por exemplo, gente fumando maconha nas escolas e nos transportes públicos, lugares onde o consumo é proibido. Os usuários só podem acender os seus baseados em parques, bares e ao ar livre. Você também não poderá comprar a Cannabis em qualquer lugar, já que apenas casas especiais, os Coffee Shops, podem vendê-la. Além disso, uma pessoa pode comprar, no máximo, cinco gramas de maconha (sendo que os Coffee Shop podem ter no máximo quinhentos gramas da droga), para evitar o consumo excessivo e o tráfico de drogas. A legislação proíbe, ainda, a publicidade da cannabis e a venda da erva a menor de 18 anos.

A política utilizada na Holanda foi diferente porém também obteve sucesso e neste caso, o governo percebeu que a maioria dos usuários de drogas pesadas buscavam maconha mas acabavam comprando heroína que era oferecida no mesmo lugar, então, se a ligação maconha-heroína fosse quebrada  os jovens consumiriam somente a maconha, considerada mais leve comparada a segunda.  O caso da Holanda é o maior exemplo de que na verdade a maconha é sim uma escada para outras drogas, mas não pela maconha em si. Grande parte de viciados em drogas pesadas, foi no passado, usuário de maconha, mas nem todos ficam viciados em outras drogas. Está é a melhor maneira de explicar o fênomeno que deu à cannabis, a fama de que esta leva ao consumo de drogas como o crack e heroína. A maior e única ligação entre a maconha e crack, por exemplo, é que ambos são ilegais e são vendidos no mesmo lugar. O que faz um usuário de maconha ter acesso a drogas mais pesadas é simplesmente pelo motivo de serem de fácil acesso e por serem oferecidas na mesma ” estante ”

Até agora o único país que deu esse passo foi o Canadá, que autoriza o fumo e ainda garante o acesso à droga. O próprio sistema público de saúde oferece a erva ou sementes, se os doentes preferirem plantar o remédio. Antes, eles precisam provar que precisam do tratamento. Já os hospitais conseguem a droga com empresas autorizadas a produzir exclusivamente para o governo. Leis parecidas também passaram em onze estados americanos. Só que a lei federal americana considera todas inconstitucionais. O que gera uma confusão. Na prática, o FBI tem direito de prender qualquer um por uso, produção ou venda de maconha.

No Brasil, consumir drogas é crime. Os infratores estão sujeitos a uma pena que varia entre seis meses e dois anos e que está prevista no artigo 16 do Código Penal. Mas legislação está se abrandando ao contrário dos Estados Unidos que deixa claro que a política dominante continuará sendo a de total proibição o que causou um gasto de US$ 13 bilhões. Sim, bilhões. 65% só para combate ao tráfico e apenas 12% para a prevenção do consumo.  Os Estados Unidos são o país que mais consome. Ela é utilizada com regularidade por 9% de sua população, um contingente de 25 milhões de pessoas. Quase 36% dos americanos já experimentaram a droga pelo menos uma vez na vida. Na Europa, ela é consumida, em média, por 5% da população. Apesar do discurso belo do governo ao dizer que nossa política está orientada para diminuir as punições ao uso de drogas, as marchas da maconha foram proibidas em maio deste ano no estado de São Paulo.

A decisão da proibição foi tomada pela 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. No final de abril, um grupo de 17 pessoas havia conseguido na Justiça a liberação para participar do evento, mas a decisão foi revertida a menos de 20 horas do protesto, depois do pedido do Ministério Público. No dia sete de abril , três jovens foram detidos enquanto divulgavam a marcha.  Atitudes como essa nos leva a refletir sobre a posição do governo quanto a legalização. Se nem uma simples marcha a favor da legalização foi permitida que dirá a legalização em si. É importante, porém, não cair no histórico equívoco brasileiro de acreditar que mudar a lei é solução para todos os problemas. Independentemente de proibir, legalizar ou descriminalizar, a melhora da segurança urbana pode ser alcançada com ações sociais consistentes começando com coisas básicas como o aumento do policiamento pois o maior medo das autoridades em liberar o uso da planta é de aumentar a violência, o que não faz sentido já que a droga deixa a pessoa mais calma e não nervosa como a maioria das pessoas acham.

A partir de que momento o usuário deixa de fazer do uso da maconha um problema particular para partir a um problema de saúde pública? Não é complicado entender por que estuprar ou matar é crime. O mal que o criminoso faz a outra vítima é evidente e ele receber uma punição é uma lógica simples. Mas quando alguém usa drogas está fazendo mal a si mesmo, então por que prender? Às vezes a lei pode ser mais perigosa que a própria droga Mesmo no Brasil, onde não está mais prevista a pena de prisão, quem for flagrado com maconha ou ecstasy e condenado como usuário passará a ter uma ficha criminal e perderá os benefícios concedidos aos réus primários. Isso só serve para estigmatizar e dificultar a vida da pessoa. Fica difícil, por exemplo, arrumar um emprego.

Os que criticam acreditam que ela pode aumentar o número de usuários ou a intensidade com que eles se drogam. Essa situação, porém, não aconteceu em nenhum dos países que adotaram a política. Na Itália e na Espanha, o consumo de heroína aumentou, é verdade. Mas na mesma intensidade que na Alemanha, que continuou punindo usuários. Por trás dessa equação estão evidências de que a punição do usuário não desestimula significativamente o consumo. Se por um lado o medo de ser pego afasta alguns, a imagem do fruto proibido alicia outros, principalmente jovens.  Legalizar a venda aumenta o consumo. Mas proibir o consumo não serve para reduzi-lo.

No caso de usuários dependentes de outras drogas, como a cocaína a punição ao usuário fica sem sentido, pois quem decide usar cocaína não decide ser criminoso. É a sociedade que o empurra para a margem. Então qual seria a solução? Uma política de não punição a usuários como as que foram aplicadas em países como Portugal, Espanha e Bélgica talvez funcionassem no Brasil. A lei que entrou em vigor em 2008 avançou nessa direção, mas não estabelece uma quantidade para definir quem é usuário e quem é traficante, como acontece na Europa.  Para quem não usa drogas, o benefício está na diminuição do tabu sobre o tema.

Hoje, políticas de redução de dano – aquelas que partem do princípio de que drogas são consumidas e devemos trabalhar para elas fazerem menos mal – estão praticamente congeladas. Desde o fim dos anos 90 o governo federal não faz mais campanhas de esclarecimento sobre uso de drogas porque acha que falar sobre isso aumenta a curiosidade e o consumo. Isso é medieval, é apostar na desinformação.

Onze coisas que levei anos pra aprender:

1 – Quanto mais legal e apaixonante é uma pessoa mais longe ela irá morar.

2-  A dieta sempre irá começar em uma segunda feira ( do próximo ano, talvez )

3- Se algo tem 0,1% de chance de dar errado, acredite que irá dar errado porque irá.

4- O celular sempre irá cair com o lado do visor virado para o chão.

5 – A grama do vizinho sempre vai ser mais verde mesmo ele nem tendo grama.

6- Os cinco minutinhos da função soneca do despertador sempre irá se tornar meia hora que irá virar um atraso de horas.

7- Ter a cabeça atingida por um cavalo pode acarretar danos no futuro.

8- Moedas sempre serão irritantes.

9 – A sua fila no engarrafamento na hora do rush sempre irá mais devagar que a fila do lado.

10- O computador sempre fica mais lerdo com o tempo ( e o coração também )

11- Não importa quantas vezes seu coração for partido, sempre haverá uma chance dele ser partido de novo.

RESENHA: Magia ou loucura

FICHA TÉCNICA

  Título: Magia ou Loucura

  Título Original:  Magic ou Madness

  Autor:  Justine Larbalestier

  Editora:  Galera Record

  Nº de páginas:  320

  Tradutor: Ricardo Silveira

  Ano:  2007

  Skoob: Magia ou Loucura

  Compre:  Buscapé

 Sinopse: Por 15 anos Razão viveu no interior da Austrália com sua mãe, Sarafina. Desde quando ela consegue se lembrar, as duas vivem fugindo da avó, Esmeralda – uma bruxa que pratica terríveis rituais de magia negra. Mas, depois que Sarafina enlouquece, Razão é mandada para o lugar que mais teme: a casa da avó, em Sidney. Mas o lugar nao se parece em nada com o que Sarafina descreveu, e Esmeralda não aparenta ser maléfica. Pela primeira vez, Razão se vê questionando os ensinamentos da mãe… Mas espere aí! Mesmo sem ter visto sinais de fumaça e espelhos espalhados pela casa – altamente perigosos, segundo Sarafina -, a avó guarda dentes de pessoas escondidos e tem uma chave misteriosa na gaveta. Ela não pode ser boa, pode?

O que achei do livro: Nunca tinha ouvido falar deste livro nem da autora. Fui num sebo, achei a capa bonitinha, sinopse atrativa. Acabei comprando os dois primeiros livros dessa trilogia e devo confessar que o primeiro livro não foi muito convidativo como pensei que seria pela sinopse.

O livro era para ser um infanto-juvenil. Talvez até por isso não gostei tanto assim dele, talvez achei um pouco infantil para mim. Talvez. Mas para um infanto-juvenil, há várias palavras difíceis para um gênero desses e descrições atrasadas, digamos; fora de tempo e outras sem nexo que não fazem sentido com a descrição momentânea, que era melhor que nem estivessem escritas.

A história é narrada, principalmente, por Razão. Mas também, uma mesma cena ou capítulo já narrado por ela é também narrado pela visão de um de seus amigos – Jay-Tee ou Tom. Isso sim eu achei um pouco legal da autora ter colocado: a visão de cada personagem em uma mesma cena. Mas alguns podem achar cansativo.

O amigo de Razão, Tom, ficou muito mal estruturado. Ele costura, faz qualquer roupa que pedirem para ele, quer ser um grande estilista e fazer moda, conhece as maiores grifes, os tipos de tecido e roupas mais que ninguém e é apaixonado por Razão! Isso a autora viajou (pelo menos pra mim). Talvez uma criança que leia o livro possa até achar normal e bonitinho a ideia do menininho gostar da menininha. Mas pra mim, não rolou. (e não estou sendo preconceituoso, oks?)

O título, pelo menos ele, tem um nexo com a história. A revelação do título não digo surpreendente, mas que faz sentido (dentro do livro). A ideia de magia também convence. Mas só, não é nada portentoso.

Não houve parte alguma que me prendeu neste livro. Não houve um clímax ou reviravolta surpreendente. E eu quase desisti de lê-lo. Mas como é uma trilogia, decidi ler até o fim e ver no que iria dar para continuar, sem previsão de quando, o segundo livro. E pela crítica do Kirkus Review (“Uma história fantástica e assustadora, com personagens tão adoráveis quanto complexos e um desfecho sinistro.”) não vi nada de assustador e nem um desfecho sinistro. E vou dizer também, a leitura é bem chata e cansativa – 320 páginas que poderiam serem resumidas para 200. Provavelmente poderiam. Provavelmente.

Claro, vou falando novamente: posso não ter gostado tanto quanto gostaria desse livro. Talvez por ser um infanto-juvenil (bem mais infanto do que juvenil).. Mas mesmo assim, há partes confusas que, acho eu, as crianças/jovens leitores não iriam entender. Só espero que o segundo livro da série seja bem melhor e com mais ação.

“(…)Quando alguém ouve um telefone tocar e sabe quem está ligando antes de atender, isso é um tipo de magia. Quando as pessoas sabem que tem alguém olhando para elas, mesmo que quem olha esteja por trás, fora do alcance da visão do outro, isso também é magia. (…) Não existem coincidências – continuou Esmeralda – somente um bocado de magia.(…)”

Livros da série:  #01 Magia ou Loucura (Magic or Madness)

                          #02 Lições de Magia (Magic Lessons)

                          #03 Filha da Magia (Magic’s Child)

Nota da leitura:  2,5 / 5,0 [nota adicional em 22/09/12: aumentei 0,5 da nota, pois relendo o fim do livro, fazia sentido um pouco. Mas a conclusão da leitura ainda ser cansativa continua..]

Dificuldade:  2,0 / 5,0

Sobre a autora:   Justine Larbalestier é autraliana, mas vive entre a Austrália e Nova York (cidades onde se passa a história). Em NY, conheceu o autor Scott Westerfeld com quem se casou. No Brasil, teve a série premiada Magia ou Loucura publicada, e também o livro Amores Infernais, em parceria com outros autores.

SITE OFICIAL DA AUTORA: www.justinelarbalestier.com

Weekband #4

Hoje irei falar da banda Hellogoodbye, que a primeira vista parecem quatro nerds querendo montar uma banda pra pegar umas gatinhas, mas acreditem em mim, é uma banda muito legal e estou curtindo muito.

A banda beira o indie rock ao pop rock e foi formada em 2001 na Califónia por: Forrest, vocal & guitarra, Travis: baixo, Joseph: teclado, Aaron: bateria, Andy: guitarra, Danny no trombone e percussão.

A banda como um projeto de gravação pelo estudante Forrest Kline da escola secundária de Huntington Beach. Com a ajuda do colega de escola Jesse Kurvink, Kline começou a gravar canções “power pop” sintetizadas em seu computador, que servia originalmente para entreter seus amigos. Entretanto, como cada vez mais canções apareciam no site MP3.com, o número de fãs da banda cresceu. De acordo com eles, o nome da banda foi inspirado, obviamente, pela canção dos Beatles “hello goodbye”.

Em 2002, sem ao menos ter uma música lançada, Hellogoodbye começou a se apresentar para multidões em shows locais. Nos shows, o vocalista e guitarrista Kline e o tecladista Kurvink eram acompanhados na bateria por Parker Case, que mais tarde fundaria a ,agora extinta, banda JamisonParker, ou por Aaron Flora. Flora e o baixistat Marcus Cole logo se juntaram permanentemente, terminando a formação da banda. Hoje está com 6 cds, incluindo EP: ”Hellogoodbye EP”,” Zombies! Aliens! Vampires! Dinosaurs! Remixes!”, ”All of your love”, ”Ukelele Recordings” e ”When we first met”. Fizeram covers das músicas “What’s My Age Again?”, “Dammit” e “All the Small Things”, primeiramente gravadas pelo Blink 182 ( Que aliás, por onde anda?)

Segue algumas das minhas músicas favoritas:

You have spent your better years bored with me, sat about waiting for eventually which I can’t wait to see…

O clipe dessa música é uma fofura só * vomitando arco íris *

Enfim, espero que vocês tenham gostado e vai uma dica: vale a pena baixar o CD ” Would It Kill You ” 😀

 

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